Adobe Flash: mitos e verdades sobre cursos on-line usando esta ferramenta

Adobe Flash: mitos e verdades sobre cursos on-line usando esta ferramenta

Quem é programador sabe das infinidades de possibilidades de linguagens e plataformas disponíveis na hora de construir um site. Mas antigamente não era bem assim que as coisas funcionavam. Existiam poucas ferramentas e softwares, sendo todos muito limitados, até o aparecimento do Adobe Flash. Conheça mais sobre essa ferramenta e seus mitos e verdades.

Hoje em dia o Adobe Flash caiu em desuso por muitas plataformas, mas ele já foi extremamente revolucionário.

O Adobe Systems possui outras linhas de software para cursos, que você vai conhecer neste artigo, além do Adobe Flash. Confira!

O que é o Adobe Flash e sua história

O Adobe Flash é, basicamente, uma plataforma multimídia de desenvolvimento de aplicativos.

Seu lançamento oficial foi em 1996 pela empresa Macromedia, uma companhia de desenvolvimento de software gráfico que, em 2005, foi comprada pela Adobe, e, assim, ficou conhecido como Adobe Flash.

Essa ferramenta utiliza vetores e gráficos para produzir desenhos, textos animados, imagens e streaming de vídeo e áudio.

No início, ganhou muita fama e espaço no mercado dos programadores por conta do rápido desenvolvimento de aplicações de boa qualidade.

Adobe Flash

Tecnicamente falando, o Adobe Flash é um gráfico vetorial que aceita imagens bitmap e vídeos. Produz animações interativas para sites na web, seja por meio de celulares, seja de computadores, smartphones, televisões e tablets.

A animação ou o desenho em si leva o nome de Flash e o arquivo possui a extensão Shockwave Flash File, o “swf” no final da compilação.

O Adobe Flash não se limita apenas a desenhos e animações, é possível fazer um site inteiro ou jogos usando o Flash.

A tecnologia e o desenvolvimento do Flash foram lineares. Ele foi desenvolvido a partir de outros softwares que programavam apenas desenhos.

Ao adquirir a Macromedia em abril de 2005 por US$ 3,4 bilhões, a Adobe Systems continuou com o desenvolvimento da ferramenta e, em 2007, lançou o Adobe Flash CS3. Foi a nona versão do software, mas a primeira pela Adobe.

A atualização tornou o Adobe Flash compatível com o Adobe Illustrator ou Adobe Photoshop.

O Adobe Flash ainda é viável?

Quando a internet começou a dar seus primeiros passos no cotidiano da sociedade, o Adobe Flash teve um destaque enorme.

A concorrência era mínima e sua tecnologia possibilitava mais interação na web, caindo no gosto de todos os programadores.

Até hoje, há milhões de sites feitos somente com o Adobe Flash e a maioria dos navegadores possui um plugin da plataforma.

O problema começou quando novos concorrentes, como AJAX, CSS e HTML, começaram a apresentar características mais interessantes, sem o mesmo acompanhamento por parte do Flash.

As plataformas suportadas pelos plugins do Flash começaram a carregar certo receio, pois eles abriam uma nova porta de acesso ao navegador.

Além disso, os arquivos carregados pelo Flash eram muito maiores quando comparados com as outras ferramentas.

2007 não foi um ano fácil para o Adobe Flash, pois a grande empresa Microsoft (nem precisamos comentar da sua importância nesse mercado) criou a ferramenta Silverlight. A versão da Microsoft tornou-se o maior concorrente.

Até grandes plataformas, como a Netflix (reprodução de filmes e série), optou pelo desenvolvimento com a nova ferramenta da Microsoft.

Esse fato já baqueou a popularidade do Flash, mas quando a grande empresa Apple posicionou-se a respeito um grande estrago foi feito.

A Apple é conhecida pelo famoso iPhone, e sempre se posicionou contra o uso do Flash em seus aparelhos, alegando que ele não era seguro e que consumia muita bateria dos smartphones.

Nesse tempo, o desenvolvimento da ferramenta HTML 5 foi constante e muitas plataformas resolveram optar por essa opção de software.

Lá em 2011 a Adobe começou a desvincular o Adobe Flash de algumas plataformas, como Android e BlackBerry PlayBook.

A partir daí, o Adobe Flash começou a perder cada vez mais mercado e plataformas para suportar seus plugins.

Alguns mitos e verdades sobre o Adobe Flash

Adobe Flash

Mesmo com a diminuição no uso do Adobe Flash no mercado, muitos ainda utilizam de seus recursos nas plataformas.

Nessa temática, muitas perguntas surgem, vindas dos usuários ou de quem está na dúvida sobre qual ferramenta utilizar.

Vamos esclarecer alguns mitos e verdade sobre o Adobe Flash. Confira:

  • Adobe Flash não reconhece a ferramenta de pesquisa SEO. Isso é um mito; os sites de busca reconhecem, sim, a estratégia SEO quando feita pela plataforma Flash. Ela, talvez, só não seja a mais adequada para esse objetivo.
  • É possível utilizar somente um arquivo para o mesmo site. Mito; muitos programadores não colocam arquivos “.swf” em endereços diferentes, mas é totalmente possível.
  • Texto criado em arquivo Flash não consegue ser copiado e colado. Verdade, mas há maneiras de resolver esse quadro.
  • O Adobe Flash não consegue estruturar um site inteiro sozinho. Mito; o Adobe Flash tem suas limitações, mas quem sabe utilizar a ferramenta consegue muita aplicabilidade.

Conheça o Adobe Captivate

O Adobe Systems trabalha com muitas linhas além do Adobe Flash, e o Adobe Captivate é uma delas.

O Captivate é outra ferramenta que cria simulações multimídia rápidas, práticas e eficientes na área de treinamento e cursos.

O software possibilita uma interface interativa e cheia de integrações, permitindo muitas ações.

Ver Post

Recentemente foi lançada a versão 2019, que promete novas experiências de aprendizagem, com ativos de mídia em realidade virtual (360º).

O parceiro do Adobe Flash auxilia em situações de emergência, análise de produtos, treinamentos e cursos de segurando etc. Tudo isso com uma tecnologia de ponta em realidade virtual.

No site da Adobe encontramos opiniões de alguns especialistas sobre essa nova tecnologia. Conforme depoimento de Kevin Siegel, “o Adobe Captivate fez uma revolução e tanto nessa nova versão. Ele tem o que nenhum outro produto no mercado conseguiu oferecer até hoje […]”.

Segundo Anita Horsley, “[…] com o novo Adobe Captivate, não só podemos usar mídia de 360 graus para criar cursos, mas também podemos visualizar esses cursos em dispositivos de realidade virtual antes da publicação”.

Por esses depoimentos já dá para perceber a inovação que o Captivate traz para a atualidade, assim como o Adobe Flash trouxe anos atrás!